quarta-feira, 6 de julho de 2011

LIVRO - JESUS O GRANDE ESSÊNIO















JESUS - o Salvador



















CRISTO - o Ungido











Um Homem viveu, entre nós, a cerca de 2.000 anos e seu nome era JESUS.



Nascido ou não em uma mangedoura, adorado ou não por reis magos e pastores, aquecido ou não pela respiração dos animais, filho ou não de um velho carpinteiro estéril e de uma mulher virgem, concebido ou não por graça de um Espírito Santo, o certo é que Jesus nasceu com uma auréola de luz a iluminar-lhe o espírito, demonstrando ser um dos grandes eleitos do Grande Arquiteto do Universo, mandado naquele momento exato em que o mundo se convulsionava pelo domínio desenfreado e orgíaco de Roma, que já precedia e superava as degenerescência advindas dos sírios e babilônios, fazendo com que o moral dos povos escolhidos se afastassem da orientação das leis e dos templos iniciáticos.



Deus, na sua eterna misericórdia, ao invés de um castigo, tal como dilúvio ou a destruição de Sodoma, enviou um espírito eleito com todas as prerrogativas de seus poderes celestiais, dando-lhe o livre arbítrio para tomar as medidas que julgasse necessárias a fim de trazer novamente ao seio de Deus, aqueles que, subjugados pela matéria, se distanciavam da doutrina tão propagada pelos eleitos anteriores, quer na Índia, quer no Egito, quer na Grécia.





Desde novo, Jesus tinha espírito sedento de conhecimentos terrenos, inteligência viva que ressurgia de outras paragens mais adiantadas e mais purificadas, buscava o porque das diferenciações existentes, embaraçando-se ante as divergências das condições de vida do povo, a falta de respeito aos lugares sagrados, a inconcebível separação por castas, a ausência de sentimentos fraternais, tão inexistentes no ambiente de onde tinha vindo.


Seu espírito, ainda ressentido pela transição do encontro com a matéria, necessitava um respirar mais puro, um ambiente de maior meditação, que lhe pudesse permitir um conhecimento mais perfeito de tudo o que lhe era dado presenciar. Nas suas andanças de rapaz, nos dias de folga da oficina de seu pai, quando corria a admirar a beleza da paisagem de sua terra, foi um dia a Jerusalém e lá sentiu ainda mais os problemas que se acumulavam em seus pensamentos. presenciou a vida dissoluta dos romanos dominadores, o fausto dos submissos sacerdotes e anciãos, a corrupção desenfreada e a ganãncia dos comerciantes, explorando o sentido inverso das leis divinas; e presenciou, também, descendo ao vale de Siloé, o espetáculo deprimente, desumano e indescritível dos mendigos, paralíticos e leprosos, vivendo numa promiscuidade dolorida, numa sociedade insofrível, prova verdadeira de uma sociedade putrefata.
Diante de tudo isso, Jesus clamou arrebatadamente: " Meu Pai! Eu quero saber. Eu quero curar. Eu quero salvar."

A partir desse momento, buscou o templo dos essênios para a iniciação da verdade. Lá encontrou o conhecimento exotérico do mundo e a paz para a meditação. Seu espírito puro e eleito, fortificou-se a tal ponto que dominou por completo a matéria que lhe servia de envólucro, tornando-a diáfana e invulnerável aos sofrimentos físicos.

Deixando o templo dos essênios, depois de longos anos de meditação e estudos, escolheu o método de suas pregações e sentiu que sua missão era levar o conhecimento da justiça, da verdade, do amor e da solidariedade a todos os que encontrasse, sem distinção de classes, de credos, de nacionalidade, e de condições físicas.

Jesus saiu propagando os seus conhecimentos, estabelecendo os mistérios frutificados pelo seu pensamento. Escolheu os seus discípulos entre gente humilde de diversas profissões, impondo-lhes somente a condição d eo seguir ininterruptamente. Preconizou e reafirmou a importância do batismo pela água, mistério que se tornou público pela clarividência do profeta Jordão.
Preconizou a supremacia que deve existir do espírito sobre a matéria, dizendo repetidas vezes a importância da sublimação espiritual; as suas palavras " Eu sou o pão da vida; o que vem a mim, não terá mais fome."












Mesmo no momento culminante de sua "morte", imprimiu com ênfase o último dos mistérios de sua doutrina, quando por intermédios de João Evangelista e Maria, afirmou que a mulher é a Terra, que fecundada pelo Deus Supremo permite o renascimento dos espíritos: " Mulher, eis aí o teu filho.....Eis aí tua mãe." Todos nós somos irmãos. Não existe classe onde existe um só amor e uma só compreensão.

















Os essênios tinham por fundamento a fraternidade e a justiça, por isso que não admitiam, entre os seus, a posse de bens materiais. As bases da doutrina se equiparavam às sociedades ocultas e místicas da Índia, do Egito e da Grécia. Exigiam o celibato e o voto de pobreza, para que nenhum apego terreno pudesse prevalecer á sua dedicação as causas espirituais.

















Seus principais objetivos eram:


























  • Liberdade de conhecimento esotérico e exotérico dentro da comunidade, resguardados os limites de cada grau;









  • Sigilo absoluto dos estudos esotéricos e mistérios emblemáticos e simbólicos, no mundo profano;









  • Igualdade sistematizada pelo voto de pobreza;









  • Espiritualização cada vez mais acentuada de seu eu interior, para domínio completo da matéria;









  • Prática da justiça, através da verdade e do amor;









  • Prática da caridade, auxílio mútuo e cura pelas mãos;









  • Prática da tolerância, da fraternidade e do perdão;









  • Prática da absorção da matéria pelo espírito, a fim de suportar os sofrimentos físicos;









  • Prática do jejum, como freio à propagação dos vícios;









  • Afirmação sistematizada da fé e da existência de um só Deus, onisciente, onipotente e onipresente.
















Cremos que na escola dessa ordem foram formados todos os profetas.

















" Os mansos possuirão a terra" , disse o mestre. Os mansos são aqueles que sendo sábios e retos, não precisam da força e da artimanha para dominar. Os sábios são os que evoluem espiritualmente, no estudo e prática constante do amor e da verdade, quer tenham ou não instrução aprimorada. Os retos são os que se purificam moralmente no estudo e prática persistente da justiça e da solidariedade.

















Os maçons, mais do que ninguém, devem procurar a formação de seus caráteres dentro dessa sabedoria e retidão, para que possam cumprir os princípios básicos de sua Ordem, conforme ditam as suas constituições, a fim de poderem evoluir e se purificar moral e espiritualmente, para dar o verdadeiro exemplo, tal como receberam de seus antepassados.

















" Nenhuma genialidade ou esperteza políticas, podem sobrepor-se

















à intangibilidade dos princípios maçônicos.

















Não se consegue a harmonia começando por destruir

















aquilo que por si mesmo é harmônico: o sentimento do belo e a perfeição moral."

































Jesus era dotado de uma sabedoria extraordinária; cada frase sua, do alto da montanha, era um relfexo do simbolismo místico das ciências esotéricas dos antepassados, penetrando nas mentes e nos corações.

















Este deve ser o verdadeiro sentido da parábola do Nazareno: Quem faz justiça, terá justiça. Quem ama, terá amor. Quem faz o bem, terá, infalivelmente, o bem como recompensa, e saciado viverá, porque viver em paz consigo próprio é viver em paz com a humanidade. É ficar em paz com Deus!!!





"Bem aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia".
"Bem aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus."
Bem aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus."

O Eleito estava ali, placidamente convincente, revolucionário tranquilo. Não era Deus, mas falava como se fosse o próprio e sua spalavras penetravam e se ampliavam pelo espaço infinito em busca dos ouvidos dos que quisessem ouvir. E as palavras do Essênio continuam a se ampliar pelo etéreo espaço, numa afirmação constante da Onipresença do Supremo Arquiteto do Universo.
Jesus possuía todas as qualidades inerentes ao Criador, entre elas a bondade, a pureza e a tranquilidade.




Deus está em todos nós, mas para senti-lo é preciso ser bom, porque a bondade limpa a alma.
















"Vós sois o Sal da Terra."









"Vós sois a Luz do mundo."









Jesus era absoluto em suas idéias e pensamentos. A um simples olhar, ele perscrutava as almas e sabia quem era dominado pelo mal ou pelo bem. mas, a todos ensinou a sua doutrina, a todos distribuiu a mesma luz. A capacidade assimilatória de cada um é que iria influir na sua maior ou menor importância para a vida futura.





"Para pedir, precisamos ter firmeza, esperança e fé;





para receber, devemos ter humildade, paciência e calma."









Procurando o amor, encontraremos o amor até na solidão. Procurando a alegria, encontrá-la-emos até nas horas tristes. Procurando a paz, semti-la-emos em meio ao tumulto. Procurando a justiça,achá-la-emos até na iniquidade. Procurando a luz que é a liberdade, encontrá-la-emos até em meio a escuridão que é a algema máxima da escravatura.





O nosso pensamento é a força geradora de nossos atos. Os nossos atos são os imãs que atraem os objetivos procurados. Por isso, Jesus disse: "batei, dar-se-vos-á entrada", porque somente nós poderemos dar entrada a nós mesmos. Batei com a mesma profundeza do grito soltado pelo coraçao de Jesus quando, depois de contemplar a beleza e o luxo de Jerusalém, desceu até a Fonte de Siloé e presenciou a miséria e a desgraça dos leprosos,, paralíticos, ulcerosos e cegos: Pai celeste! Eu quero saber! Eu quero curar! Eu quero salvar! Naquele momento, Ele havia acabado de pedir, d eprocurar, de bater e, desde então, recebeu a luz, o poder da luz. Que já existia nele, por ser um eleito, mas que se encontrava absorvida na escuridão da matéria, que é escrava.









"Eu não te condenarei; vai e não peques mais."





Entre a ilusão e a verdade, os homens preferiam a ilusão, e nessa escolha tem se manifestado através dos séculos. O egoísmo de terme eles o direito de se defender e o direito de julgar os outros, tem sido uma constante. Esquecem, em geral, do dever de defenderem os outros e do dever, também de julgarem a si próprios. Como podem julgar que o semelhante é mau por ter sido fraco em cometer tal falta? Julgaram eles a si próprios? Verificaram se já foram, são ou possam ser acometidos dessa mesma fraqueza ou erro? E por que, memso isentos dessas fraquezas, não procuram por instinto, defender seu semelhante, dando-lhe uma chance? Deus nos dá tantas chances no decorrer de nossas vidas....





Se os homens pudessem calcular o quanto de benefício lhes traz, terem os olhos voltados para dentro de si, vendo suas próprias fraquezas antes de condenarem os outros, o ódio, a injustiça e a vingança não seriam tão disseminadas, porque o amor, a justiça e a paz reinariam em todos os corações. Felizes aqueles que vêem seus semelhantes como vêem seu proprio interior. Se assim fosse, duvido que tivéssemos coragem de atirar a primeira pedra, mesmo estando puros e isentos de pecados. Mas, isso ninguém quer ver, ninguém quer ouvir, porque se limitam ao efeito apresentado, ao impacto do último momento. Juízes todos somos, mas é preciso que saibamos ser primeiro advogados, para defendermos não a nós, mas os nossos semelhantes, e podermos dizer como Jesus: "Eu não te condenarei; vai e não peques mais".





Jesus era imensamente grande em seu espírito repleto de fraternidade. Muita razão havia em todos aqueles que nunca mediam as suas ambições no limite da solidariedade humana. Eles ficavam ofuscados e na escuridão de suas almas, não compreendiam a grandeza das palavras e das atitudes de um homem que nunca pensava em si próprio, mas que sistematicamente ensinava e protegia seus semelhantes. Jesus sempre defendeu o amor, porque somente o amor pode controlar o instinto. "Quando vos baterem na face direita, apresentai a face esquerda", como testemunho da sublimaçao do amor. Lembrai-vos que o Supremo Arquiteto "faz nascer o sol sobre os bons e os maus". A chuva que cai sobre os justos é a mesma que cai sobre os injustos; a diferença é que os justos a recebem com amor e sentem crecer e frutificar os seus sentimentos, enquanto os injustos a recebem com ódio e ela se transforma em tempestade que destrói os sentimentos e leva na enchurrada, tudo que de bom ainda possa existir.





Jesus era dotado de uma inteligência fora do comum como, também, procurou aprimorá-la nos templos da Índia e no vale dos essênios.





Jesus era o mestre sublime de seus discípulos e de sua gente. Seu poder de persuasão era sobrenatural; a magnitude de seus gestos e a pureza de seus atos convenciam todos aqueles que o ouviam. Somente os que viviam em trevas e delas tiravam os proveitos materiais, procuravam tampar os ouvidos, não deixando penetrar-lhes o íntimo, para que sua ambição, seu orgulho e vaidade não se ofuscassem com a luz da verdade. O homem, em todas a cidades, procura saciar-se material e espiritualmente. Quando lhes falta algum desses alimentos, torna-se embrutecido ou entediado. A alimentaçao do espírito é mais necessária que a da matéria. Quando o espírito está suprido, o corpo se conforta e se equilibra. Jesus, que espalhava esses ensinamentos, a todos afirmava que Ele era o pão da vida. Quem provasse do pão da fé e bebesse do vinho da sabedoria, não teria fome, nem teria sede. A fé e o saber são os sustentáculos do espírito, a estrutura da alma e o acabamento do corpo. Quem fortifica sua fé pelo saber que adquire; quem se alimenta do pão e do vinho de Jesus, nunca terá fome e nunca terá sede. Viverá no amor, espalhará o amor e se nutrirá de amor, porque somente assim encontrará a paz e a felicidade.





"Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece, a qual o Filho do homem vos dará; porque a Este o Pai; Deus, o selou." Trabalhar,portanto, não significa apenas obrar para ganhar o pão que alimenta a matéria e a veste que cobre o corpo, mas sim para adquirirmos o essencial que faz evoluir o espírito e sublimizar a alma. Todo trabalho deve ser feito com amor e dedicação, sempre se procurando fazê-lo do modo mais perfeito. Não importa se esse esforço encontrar a frieza dos que são donos do trabalho, não obtendo a recompensa material por ele merecida. Não é propriamente para esses que estamos trabalhando, mas para a satisfação de nossos sentidos e para nosso desenvolvimento espiritual. Quem trabalhar com amor e fé, aproxima-se da perfeiçao e da luz, porque aprende a labutar pela comida que permanece que é o alimento do espírito.





"Quem crê em mim, crê não em mim, mas naquele que me enviou."





É preciso que se erre, para que a vitória seja justa e merecedora. Poucos podem se dizer puros e limpos, porque esses são os privilegiados. Procurando se desviar dos erros e se arrepender das faltas cometidas é que o homem se aproxima das virtudes e se torna limpo e puro.





"Eu sou a ressurreiçao e a vida; quem crê em mim, ainda que seja morto, viverá." "E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá."





Jesus sabia que sua estadia na Terra estava terminando e o tempo era muito curto para uma doutrina meticulosa. Urgia, pois, que todos soubessem um pouco do tudo de sua missão sublime. Esse tudo deveria ser dito em poucas palavras, mas que traduzissem a importância da sabedoria existente nesse tudo. E o Mestre das parábolas se fazia entender pelos ouvidos e mentes daqueles que o seguiam com o coração e o espírito.





"Cada espírito tem uma missão a cumprir em cada planeta e em cada lugar no Universo, e a sua evolução se faz gradualmente, através de seus trabalhos e seus esforços no sentido de purificar e iluminar a centelha primitiva que emanou do celeiro de luz que é o próprio Criador. " "A vida terrena é a morte aparente do espírito, que só vive quando está livre e repleto de luz."





"Amai-vos uns aos outros; como eu vos amei a vós."





Simão e João já haviam escolhido o lugar para a última ceia, que marcaria a reunião final sob a presidência do Venerável Essênio. Simão zelara para que tudo estivesse em perfeita ordem. João esforçara-se por se fazer cumprir o cerimonial. Jesus sentou-se ao centro para indicar que, dali, os raios luminosos convergiriam para o sul e para o norte. Pedro, em cujas mãos estavam a chave desse Templo de Amor, verificara a cobertura do mesmo. Tomé preparava-se para inquirir qualquer intruso que tentasse penetrar no recinto. Judas Tadeu, sempre atento para defender os doentes e necessitados, demonstrava em sua fisionomia o sentimento de caridade. André e Tiago, sentados nos dois extremos, impunham respeito aos companheiros das duas filas. Mateus preparava-se para registrar os acontecimentos e Bartolomeu zelava pelos princípios sagrados das antigas leis. Judas, o Iscariote, guarda dos metais, sentara-se no lugar de costume. o Essênio lavou-lhes os pés, um a um, para afirmar que a humildade deve partir dos mais elevados, provando que a igualdade deve existir e deve ser perpetuada porque somente ela poderá trazer a paz que confraterniza todos os povos. Iniciada a cerimônia, Jesus anunciou que um dos presentes o haveria de trair e que essa traição já estava a caminho. Sob o espanto de todos, Judas Iscariote se acusou e teve que retirar-se. O grande Essênio, inicianod a Ceia, distribuiu o pão dizendo "Toda vez que estiverdes assim reunidos para, venerando a Deus, tomardes deliberações, comei o pão em memória de mim, pois ele representará o meu corpo, que será imolado para o Bem da humanidade. E distribuindo o vinho disse: "Este representará o sangue que selará a nossa união perfeita e eterna na doutrinação do amor e da fraternidade e que será derramado para benefício da humanidade". Estava instituído o simbolismo da comunhão do amor, não como sinal de remissão de pecados,mas como união de pensamentos através da fé, que é sustentada pela trilogia moral da liberdade, igualdade e fraternidade e alicerçada pelas virtudes espirituais do amor, da justiça e da verdade. Ao anunciar a sua próxima prisão e morte, Pedro recusou-se a essa previsão, dizendo que daria pelo Mestre, a sua vida. Jesus advertiu-lhe que tal idéia significava fanatismo e sua doutrina não comportava esse sentimento. Quem o seguisse devia ter fé absoluta, sem se ver subjugado a dogmas ou sentimentos baixos. A represália é uma forma de vingança e vingança é um sentimento mesquinho. Para alimentar o espírito e elevá-lo às condições divinas, deixava-lhes o mais novo e o mais belo de todos os mandamentos: 'Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei a vós".





"Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade."





Chegara o princípio do fim, o instante em que a matéria, suportando todos os sofrimentos, daria lugar a que o espírito, vitorioso pelas conquistas, buscasse o ambiente de sua verdadeira origem. Jesus, nesse momento marcante de sua missão, teve dúvida se tudo estava feito e, no silêncio da meditação, pediu ao Pai para afastar o cálice da amargura, e, prestes a se afastar do convívio dos irmãos, chamou-os e, reunindo-os como se num Templo, disse:"Pai, Oniciente, Onipotente e Onipresente, que na imensidão dos céus estás, acima de todos os planetas e estrelas que no Universo existem e que, portanto, és nosso como de todos. Santo e divino, como poderoso e sábio, seja o Teu Nome que é Deus. Venha a nós, tanto aqui como em outras terras, a beleza do Teu reino, sendo assim feita a Tua sublime vontade, para que nós e os outros procuremos e consigamos alcançar os céus. O pão, continua a nos dar hoje e sempre, todos os dias, perdoando as nossas ofensas, blasfêmias e leviandades, provocadas pelas nossas fraquezas em face das maldades que germinam no ambiente. Se assim pedimos é porque nos apraz perdoar aqueles que nos ofendem, insultam e caluniam, para que encontrem a paz espiritual. Tudo faças. Senhor, para que jamais caiamos nas mesmas tentações, por mais fascinantes que sejam, e livrai-nos, com toda Tua sabedoria e teu poder, dos males que afligem as nossas fraquezas, por Teu amor e por nossa fé. AMÉM".





Dali em diante o conteúdo amargo daquele cálice simbólico iria ser sorvido, gora a gota, num testemunho fatal d amaldade humana, mais num exemplo edificante e eterno da glorificação do trabalho.





"Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste".





Necessário se tornava que os seus últimos momentos entre os homens, marcassem a sua qualidade de ser material e espiritual, para que a sua doutrina não se tornasse uma lenda, mas uma história viva e eterna. Ele tinha que dar testemuho da fraqueza da matéria e da fortaleza do espírito, para que ficasse registrada definitivamente, a sua passagem no planeta. Seu espírito forte se ressentia das dores que avassalavam seu corpo. Dores que retratavam os sofrimentos que acompanhariam a humanidade por muitos e muitos séculos.





"Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso."





A sabedoria eterna tinha dleiberado que a sua crucificação seria em conjunto com a de dois celerados, representando o bem e o mal. Gestas, o protótipo da maldade, blasfemava e lamentava o seu destino, desafiando Jesus a mostrar suas qualidades divinas Dimas, que ao cometer delitos pensava no bem que pudesse praticar aos outros, sentia-se pequeno demais diante daquele homem que sofria calado os excessos de atrocidades. Ao seu pedido de "lembra-te d emim quando estiveres no teu reino", Jesus lhe respondera com aquela frase que é a significação máxima da fraternidade humana: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso". Bem poucos poderiam ou podem estar com Jesus no Paraíso, porque muitos são os que não descem de seus vícios para encontrar o caminho da humildade. E a humildade é que fortalece a fé. E a fé é que nos faz encontrar Cristo.





"Tenho sede." Ali, no calvário de sua cruz, no fim de sua vida material, lançava o testemunho de sua esperança: "Tenho sede." Era a esperança de ganhar mais espíritos, pelo poder da caridade. Quanto de alegria poderia ter Jesus se, naquele momento, pudesse converter mais um de seus algozes. O Essênio não tinha sede física, mas sim a vontade de salvar almas. O fel e o vinagre que lhe ofertaram representavam a fraqueza de nossos espíritos que ensurdecem ao chamamento das virtudes e deixam vitoriosos os vícios.





"Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem." Excessivamente tolerante e fraternal, do alto de sua cruz via em todos aqueles que o haviam injustiçado uma multidão de pobres cegos que não podiam medir o quanto de maldade estavam praticando e o quanto de atraso espiritual estavam angariando para o retardamento da caminhada do retorno. Pobre de quem olha mas não vê, de quem escuta mas não ouve, de quem fala mas nada pronuncia. Preferível seria que fosse cego mas visse com os olhos do espírito, que fosse surdo, mas que sua alma ouvisse as vozes celestiais, que fosse mudo mas que soubesse mentalizar as mais belas e profundas preces á Deus.





"Eis aí tua mãe. Eis aí teu filho." Maria, na grandiosidade de sua angústia, soltou um suspiro de íntimos sentimentos, balbuciando: "Meu filho! Filho de minha vida!" Jesus, em novo alento, não a deixou terminar, e olhando para ela e para João, pronunciou: "Filho, eis a tua mãe. Mãe, eis aí teu filho." Todas as mães do mundo são mães de todos os filhos; e todos os filhos são filhos de todas as mães. Porque a mulher representa a Terra, em toda sua pródiga beleza de gestante, fecundada que é pelo homem, que representa a Força Criadora. Deus fecunda a Terra e fá-la procriar os seres que receberão os raios luminosos que de sua divindade emanam e que se transformam em espíritos que a Ele retornarão depois de purificados e iluminados através das missões que lhes são prescritas. Como é belo e profundo este mistério que, se compreendido em toda sua essência, seria o selo eterno de uma paz infirnita, porque todos se sentiriam irmãos entre si.





FÉ.... A Fé não é privilégio de ninguém, porque é uma força divina. Nenhuma pessoa, nenhuma religião ou ideal, pode arrogar-se possuidor único desse poder, pois sendo ela uma centelha emanada da Suprema Força que rege o Universo, não tem discriminação, nem preferência. A certeza de sua posse, varia com o grau de entendimento.Dom Francisco de Paula e Silva, Bispo e orador sacro, costumava dizer em seus sermões: " A fé está em todos os corações; aparece na medida do entendimento de cada um. Não existem religiões, mas sim, uma religião que é Deus. Os caminhos são vários, ma so objetivo é um só. Devemos respeitar todas as seitas, porque elas sempre levam para Deus e Ele existe em todas elas, embora com nomes diferentes". Pastores, protestantes, maçons, agnósticos, espíritas, estavam sempre na Catedral para ouvir e beber na fonte de verdadeira fé, que jorrava da spalavras desse homem puro e simples, mas tão nobre de humildade e tão imenso de convicção. A verdadeira Fé, inquebrantável e pura, faz com que quem a possui se confraternize com todos e com tudo; não distingue castas, raças, e preceitos. É unificadora e fraternal em sua essência e quem a traz não se deixa manchar por vícios nem iludir por virtudes, porque é a própria divinização do eu.




Khalil Gibran assim se definiu: "Eu te amo meu irmão, quem quer que sejas, se praticas o culto em tua Igreja, ajoelhas em teu Templo ou rezas em tua Mesquita. Tu e eu somos todos filhos de uma mesma fé, porque os diversos caminhos da religião são dedos da mão amorosa de um Ser Supremo, uma mão estendida para todos, oferecendo perfeição de espírito a todos, ansiosa por acolher a todos."




Se percorrermos o mundo do mistério, onde doutrinas germinaram para conhecimento e purificação espiritual dos homens, vamos encontrar diversos testemunhos de fé para corroborar esses nossos pensamentos e a certeza de nossas convicções. "Não quero o poder supremo que vós me ofereceis. Guardai as vossas coroas e observai a minha lei. A minha tarefa está finda. Retirar-me-ei para sempre com meus irmãos iniciados para uma montanha do Airiana-Vaeja. De lá velarei por vós. Vigiai o fogo divino: Se o deixardes extinguir, eu reaparecerei entre vós, mas como juiz e como vingador.!" Assim que Rama, o que mais tarde se tornaria o grande Brahama, quando se despediu dos druídas, para buscar na Índia, o lugar determinado onde edificaria a doutrina védica. Da herança de Rama, contida nos Vedas, fonte inesgotável de fé no poder criador, vem talvez, a mais longíngua afirmação de nossa crença: "Donde nasceu a alma? Ela existe nos que vêm para nós e regressa nos que regressam e tornam a voltar".




Assim como Jesus teve a missão de resumir e atualizar as leis de Moisés, Krishna teve a missão de resumir e dramatizar a doutrina de Rama. As palavras e os ensinamentos desses dois Missionários se confundem e se interligam, deixando par aos pósteros a afirmação de uma fé infinita que foi se espalhando através dos que os precederam, como Buda, Confúcio, Hermes, Zoroastro, Pitágoras, Sócrates, Orfeu, Paulo, Kardec e tantos outros, cujas missões mais ou menos profundas conclamaram os homens para o caminho de luz.




Krishna, inspirado indiano, esclarecido pelas meditações, traduziu toda a sua fé nestas palavras: "Escutai, pois, um enorme e profundíssimo segredo, o mistério soberano, sublime e puro. Para se chegar à perfeição, é mister conquistar a ciência da unidade, que está acima da sabedoria; é mister elevarmos-nos até o divino, que está acima da alma. Ora esse ser divino existe em nós próprios, está dentro de cada um de nós. Porque Deus reside no interior de cada homem, mas poucos sabem encontrá-lo."




A afirmaçao de que Deus está em nós e nós Nele, é uma afirmação constante nas doutrinas dos maiores. Os homens são deuses mortais e os deuses são homens imortais.


FIM

LIVRO - CIÊNCIA E SAÚDE - COM A CHAVE DAS ESCRITURAS



"Não há vida, verdade, inteligência, nem substância na matéria. Tudo é Mente infinita e sua manifestação infinita, porque Deus é Tudo-em-tudo. O Espírito é a Verdade imortal; a matéria é o erro mortal. O Espírito é o real, o eterno; a matéria é o irreal e temporal. O Espírito é Deus, e o homem é Sua imagem e semelhança. Por isso o homem não é material; ele é espiritual."



A Verdade, independente de doutrinas e sistemas consagrados pelo tempo, bate ao portal da humanidade.


A cura física pela Ciência Cristã resulta hoje, como no tempo de Jesus, da operação do Princípio Divino, ante o qual o pecado e a doença perdem sua realidade na consciência humana e desaparecem tão natural e tão necessariamente como as trevas dão lugar à luz, e o pecado cede á reforma. Hoje, como outrora, essas obras poderosas nào são sobrenaturais, porém supremamente naturais. São o sinal de Emanuel, ou "Deus conosco", uma influência divina, sempre presente na consciência humana, e que se repete, vindo agora como fora prometido antigamente.


Um pedido de que Deus nos salve, não é tudo o que se requer. O mero hábito de suplicar à Mente divina, assim como se suplica a um ser humano, perpetua a crença de que Deus seja humanamente circunscrito - erro que impede o desenvolvimento espiritual.


Deus é amor. Podemos pedir-Lhe que seja mais? Deus é inteligência. Podemos informar a Mente infinita de algo que ainda não compreenda? Esperamos modificar a perfeição? Devemos implorar junto a fonte aberta, da qual jorra mais do que aceitamos, para que nos dê mais? O desejo não proferido aproxima-nos mais do manancial de toda existência e bem-aventurança.


A oração audível jamais poderá fazer as obras da compreensão espiritual, a qual regenera; mas a oração silenciosa, a vigilância e a obediência devota habilitam-nos a seguir o exemplo de Jesus. As orações longas, a superstição e os credos aparam as vigorosas asas do amor e revestem de formas humanas a religião.


A oração não deve ser utilizada como um confessionário para cancelar o pecado. Se a oraçao nutre a crença de que o pecado é cancelado e de que o homem se torna melhor só porque ora, então a oraçao seria um mal. Aquele que continua pecando, porque se imagina perdoado, torna-se pior.


Orar significa que desejamos andar na luz, e que, à medida que a recebermos, nela havermeos de andar, mesmo com os pés ensanguentados, e que, esperando pacientemente no Senhor, deixaremos que nossos verdadeiros desejos sejam recompensados por Ele.


Aquilo que desejamos e pedimos, nem sempre é o que mais nos convém.


A fim de compreendermos mais, precisamos pôr em prática o que já sabemos. Precisamos lembrar-nos de que a Verdade é demonstrável quando compreendida, e que o bem não é compreendido enquanto não for demonstrado. Se formos "fiéis no pouco"seremos colocados sobre muito; mas o talento não utilizado se estraga e se perde. Quando os doentes ou os pecadores despertam e se dão conta de que necessitam daquilo que não possuem, tornam-se receptivos à Ciência divina, a qual gravita para a alma e se afasta do sentido material, desvia do corpo o pensamento e eleva até mesmo a mente mortal à contemplação de alguma coisa melhor do que a moléstia ou o pecado. A verdadeira idéia acerca de Deus fornece a verdadeira compreensao da Vida e do Amor, arrebata ao túmulo sua vitória, elimina todo pecado e a ilusão de que haja outras mentes, e destrói a mortalidade.

LIVRO - CARTAS ENTRE AMIGOS

Para iniciar, algumas reflexões...

"Que deturpação é essa do conceito de viver?"








"A cultura não pode destruir a vida, ao contrário, tem de preservá-la."








"A paz ainda é uma utopia."







"Temos que lutar para que os desvarios mundanos não roubem nossa sensibilidade."







"É no silêncio de nosso porões que habitam muitas razões."




Pe. Fábio,
Persigo a paciência como persigo a inquietação. Não quero deixar as coisas como estão. Quero mudar o mundo sim, e para isso preciso também da paciência. E da cumplicidade. Sozinho, sou incapaz de prosseguir, até porque os medos contemporâneos não me abandonam. Sozinho, sou capaz de desistir. Suas composições nascem de sua compaixão. E seu repertório empresta um tema àqueles que por razões menores desistiram de viver. A terra precisa de semeadores, embora a rede seja aparentemente mais agradável. Na rede, o descanso merecido. Passar a vida na rede enjoa. O balanço agrada um tempo. Muito tempo deprime. Balancemos nosso deitar como a simples espera do levantar. E mais nada.levantemos amigo. A plantação está linda, mas há algumas pragas que temos de lançar fora.
Gabriel Chalita


Gabriel,
É o discurso que não abre mão da sensibilidade, que realiza a proeza de colocar na mesma pauta razão e emoção. Resta-nos fazer justiça às injustiças que todos os dias batem à nossa porta. Nós também precisamos ser vacinados contra a maldade que está presente no mundo. A maldade é sedutora. Ninguém está livre desta contaminação, por isso precisamos buscar resistência diária. É uma questão de sobrevivência, de ficarmos imunes. Eu busco essa imunidade nas palavras. Necessito de palavras assim como nessecito de pão. Gosto muito da passagem bíblica que diz que "nem só de pão vive o homem". É verdade. Há outras fomes que precisamos alimentar. Tão importante quanto alimentar o corpo é alimentar a alma. É claro que esssa divisão "corpo e alma" é meramente didática. Creio na integralidade humana. Somos corpo e alma. É no corpo que a alma experimenta o mundo. É através da alma que o corpo transcende sua materialidade. As palavras alimentam realidades menos visíveis. Entram na mente e se perdem nos místicos emaranhados da alma. Escolher o que vamos comer é escolher o que seremos. As pessoas erram muito porque refletem pouco. A religião que praticamos só pode ser benéfica se nos fizer refletir. Caso contrário é alienação. Há muitos comportamentos e tradições que são mantidos sem que suas causas sejam conhecidas. Uma boa palavra, é um bom alimento. Traz saúde! Pe. Fábio



Pe. Fábio, Continuemos nossa escrita. Sejamos servos voluntários de palavras que vão ganhando significado e vida e vão dando significado e vida às nossas histórias. As relações de amor são trabalhosas. As diferenças incomodam. O convívio diário é desafiador. Até mesmo para amigos. Uma viagem,por exemplo, é um desafio. Cada um com a sua vontade. Ou pior, cada um com ânsia de que a sua vontade prevaleça. E a paisagem perde o significado. Deixmaos de contemplar oceanos, serras e construções, para implicar com o viajante amigo que ocupa algum espaço em nossa travessia. A viagem familiar é ainda mais trabalhosa. É o cotidiano que acinzenta as relações quando o ordinário não tem o poder de trazer a poética do extraordinário. O extraordinário é a ternura que transmuta esses gestos e confere a eles novos significados. O alimentar é uma celebração de amor que envolve o preparo, a conversa, a refeição, a despedida. O acordar deixa de ser um gesto corriqueiro quando se é capaz de agradecer a Deus pela vida que se renova e de, pleno desse agradecimento, tocar com leveza na história que nos acompanha. O amor não se preocupa com detalhes para reparar o imperfeito; ao contrário, utiliza os detalhes para fazer perfeito aquilo que deve ser reparado com cuidado. Gabriel



Gabriel, A palavra é guardiã da verdade. Ainda que de forma limitada e imperfeita, ela sempre poderá nos encaminhar ao conhecimento dos segredos do mundo. Gabriel, a vida só tem sentido se tocarmos o coração das pessoas. Toque que nos aproxima da missão de redimir os sofrimentos que funcionam como obstáculos que ofuscam e impedem a realização humana. Esse é o código que diferencia o ser humano dos outros. O amor fraterno não se prende aos atos humanos, mas sugere uma continuidade eterna, coisa de quem sabe que a materialidade da vida não esgota os seus significados. Assim nos ensinou Jesus!! Tento ser fiel ao Deus que me inspira. Eu não inventei nada! Creio firmemente que a proposta de Jesus, quando assumida e encarnada de maneira mística e histórica, é um instrumental eficaz para que o mundo volte a se aproximar da harmonia inicial que as Sagradas Escrituras nos sugerem. Não podemos mais admitir que o discurso religioso continue sendo usado de maneira tão equivocada e absurda. Não é possível viver esperanças do céu sem as responsabilidades da terra. Somos os braços humanos de Deus.! As religiões são caminhos que procuram nos aproximar da Revelação Divina. Cada um, a seu modo, faz seu caminho....O importante é que todos nós estejamos empenhados na promoção da justiça, da verdade e da vida. Empenhados em destruir a corrente do mal que insiste em prevalecer entre nós. Meu amigo, o mal crece de forma assustadora pelos quatro cantos do mundo. Como? Alguém o ensina? O ser humano é o lugar onde o mal se concretiza. Não compreendo o mundo a partir dessa linha imaginária que o divide entre o bem e o mal. Essa divisão não corresponde ao que minha experiência me revelou. O que tenho do mundo é sua concretude, o seu peso existencial a me afetar o tempo todo. O mal está por toda parte, mas o bem também está. Por vezes, só o bem prevalece. Por vezes, só o mal. Tudo depende do que vamos deixar crescer. Ter conhecimento do processo é tão importante, quanto chegar ao fim.
Pe. Fábio




Pe. Fábio, Infelizmente, muitos são aqueles que passam a travessia a desconstruir a imagem alheia. Vivem de restos de destruição. Se há sujeira, limpemos. A sujeira foi feita. O mundo nasceu limpo. Na sociedade em que vivemos, as cobranças escodem o valor da cooperaçao. Se estou pronto para competir e vencer, dificilmente estou pronto para olhar para o lado.Os nossos filhos, vão mentindo para poder continuar no topo. Aprenderam a odiar, que pena. Poderiam ter aprendido a amar. Sejamos mestres de nosso destino e comandante de nossa alma. O futuro existe! Gabriel





Gabriel, Só podemos crescer, na medida que saímos de nós. Um ser humano só pode alcançar a inteireza do que é à medida que se possui. Nascemos indivíduos. Só podemos nos tornar pessoas à medida que nos exercitamos na edificação dos dois pilares: posse de si e disposição ao outro. Só pode se oferecer verdadeiramente, aquele que já dispõe de si. A verdade é que ninguém é por acaso. Viver ensimesmado é uma tragédia. Tentativa de cessar perdas. É como se o isolamento fosse capaz de paralisar o nascimento das desarmonias do mundo. Tem gente que toda vez que seus sentimentos são ameaçados tanto para se entristecer quanto para se alegrar, encontra na agressividade o escudo para se proteger. Mandela preferiu ganhar de outro jeito...Mandela é pessoa. Possui o que é. Ele compreendeu que perdoar é ganhar. Mesmo sendo odiado, nunca permitiu que o ódio achasse repouso em suas entranhas. Só pode resistir ao ódio, sem a ele sucumbir, aquele que se possui. Um homem que não é capaz de administrar a própria natureza humana jamais poderá exercer a administração do bem comum. O ódio é um sentimento cansativo, pois gera peso para a mente que o administra. A criatura odiada ocupa um espaço imenso na mente que odeia. A mais sangrenta de todas as prisões é aquela que construímos dentro de nós mesmos. É o lugar onde trancafiamos a vida que não deu certo.É o calabouço onde resguardamos as palavras que nos machucaram, as pessoas que nos feriram. É nessa prisão, que fabricamos o ódio que sentimos. É nesse lugar sombrio que nutrimos o sangue que nos assassina. É nele que está o motor que nos move e nos coloca nos braços desumanos da morte. O que somos e seremos depende do caminho escolhido. Continue acreditando no poder da palavra que ensina a amar. É através dela que Deus pode alcançar os meninos que ainda não decidiram o destino que darão aos sentimentos que os envolvem. Pe. Fábio




Pe. Fábio, Fico pensando em quantas pessoas padecem por não conseguirem abrir as torneiras da sensibilidade. Vão explodindo pela falta de atitude em dar vazão a esses vulcões que nos habitam. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos par ao espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o filho. Marido que nunca viu a esposa. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala o monstro da indiferença. Não é fácil tomarmos posse de nós mesmos. Desequilibramos por razões adversas e perdemos o ritmo de nossa caminhada. E avançamos na insanidade de destruir caminhadas alheias. E aí surgem os sentimentos inferiores, que tanto nos incomodam. E novamente teremos que convidar o amor para enterrá-los. Tarefa árdua! Pe. Fábio, nossa amizade traz o frescor que tanto é essencial. Há outros amigos em nosso vagão de viajem na vida.Amigos que são ouvintes atentos, que nos avisam dos perigos, mas permitem que experimentemos os riscos da liberdade sem nunca negar o aconchego se algo falhar. Amigos são assim. Mesmo quando teimamos em entrar na água fria, ficam próximos com as toalhas preparadas e, se necessário, as cobertas. Aprendemos com os erros e, com os erros, nos compreendemos mais humanos. E aí surgem as opções: a vingança ou o perdão? Amigos são poetas da alma, sem interesse algum. Na solidão de nossas decisões e no vazio das nossas escolhas, vamos percebendo quem é necessário e quem não entendeu o que é amar. Quanto são os que oferecem o perfume da euforia para que o cheiro da falsidade fique imperceptível? Cedo ou tarde, esquecerão de usar o perfume e o odor natural será sentido. Gabriel







Gabriel, Estou em minha cidade, Formiga (MG). Meu amigo, nascer, crescer e viver num contexto de simplicidade é um destino que só nos faz bem. A cidade pequena nos permite a visibilidade que nos prende em raízes sólidas. A vida no interior condensa riquezas admiráveis. Há menos pressa nos olhares que encontramos. Fui visitar a feira de artesanato e fiquei ouvindo explicações sobre o processo de feitura da renda. Minha mente reportou este trabalho ao meu cotidiano. Fiquei pensando em quantas pessoas que trabalham para que minha vida possa acontecer da forma como acontece. Pessoas que vejo, pessoas que não vejo. A renda reforçou minha reflexão. Fiquei refletindo sobre a beleza que resguarda o anonimato das mãos que as fizeram nascer. Levo uma toalha, levo um tempo da vida de quem a confeccionou. O artesanato condensa uma multiplicidade silenciosa de vivências. A visibilidade é um mistério que me instiga a pensar no cordão que nos ata, que nos reúne num mesmo lugar: a condição humana. Não é possível crescer, estando distantes das raízes que temos. Pe. Fábio





Pe. Fábio, Educar é lançar redes para que a teia da vida vá se abrindo sem economias; é apresentar a folha, o lápis e a borracha e avisar que tem mais; é ajudar a compor a canção que há de acompanhar desde o nascimento até o último sopro. Educar é acolher. Mestres e aprendizes entrelaçados nos teares da vida, convivendo na construção de crenças e possibilidades, fazendo nascer amanheceres sem desconsiderar os que a natureza nos dá gratuitamente. Estava a pouco observando a lua. Fiquei divagando diante dela. Quantos mistérios! Quantas outras pessoas viam o mesmo luar que eu via naquele momento? Pessoas de diversos dialetos, culturas, tradições. Somos diferentes, mas banhados pelo mesmo luar. E viemos do mesmo barro também. As sonatas é que podem ser diferentes. Insito em nossa derrota como humanidade, quando a violência real ou simbólica nos abate. Somos todos perdedores. Alguns apertam o gatilho, outros fabricam as armas, outros incentivam o agente e outros passivamente assistem à despedida prematura. Desavisados ou sem educação, abandonamos o interior dos nossos sentimentos. É preciso voltar ao interior! Talvez possamos entender um pouco o que aconteceu com as nossas margens. Há tanta busca desnecessária, há tanta ilusão nessa procura que parece nos levar a vitória. Enganos de quem tem preguiça de voltar. Gabriel







Gabriel, Nosso instrumento é a palavra. Ela pode acordar, recordar, convocar. Escrever é oferecer direito de fala que não sabem, ou não podem dizer. O ofício do escritor tem caráter redentor. A escrita é instrumento de purificação. É instrumento catártico. A bondade que queremos para o mundo passa o tempo todo pelo instrumental da palavra. A vida de Jesus gira em torno da palavra que ele anuncia. Jesus é a manifestação histórica de Deus. Precisamos buscar a palavra que reordena a vida. A palavra que desfaz o caos. Antes da obra; o pensamento. Continuemos adeptos da palavra que bem aventura, meu amigo. Pe. Fábio



Pe. Fábio, Lamentamos a ausência de tempo e desperdiçamos o tempo com ausência de intenções. A vida é maior do que um momento. É o tempo o segredo, amigo. As palavras são portas sim, você tem razão. Há momentos, entretanto, em que precisamos dizer as palavras para nós mesmos. É uma conversa íntima em que nos convencemos de que há outras possibilidades na travessia. Permanecer é deixar de buscar ou é buscar sabendo que se tem para onde voltar. Há o tempo da reforma e o tempo da inauguração. Em tempos de reforma é melhor não trazer muita gente. Quando tudo estiver organizado, os convidados serão bem vindos. É possível consumar o tempo da gente? É possível um tempo com o poder de refazer o que desfez? Precisamos do tempo da delicadeza, sentimento que transita da emoção à razão e que desautoriza a gente a se desvencilhar da gente. É um espetáculo cotidiano em que a ssombras não são convidadas. Se há dúvidas, o melhor a fazer é esperar e, se necessário, transitar em outros quintais. Ilusões moram na nossa casa e nos atormentam. Alimentamo-nos de desperdícios. E esperamos. Vestimos a fantasia que nos cai bem e dançamos solitários a presença imaginária. Perda de tempo. Perda de energia. Ficção e realidade ocupam espaços distintos. E o amor? O amor nasceu junto. O sol não pode sair em busca de calor se é ele a essência do calor. O amor é nossa matéria-prima. Nós somos o amor. Quem quiser experimentar a liberdade, comece amando. E todo o tempo será o tempo da delicadeza. Gabriel



Gabriel, A oportunidade de virar o calendário pode ter um efeito positivo sobre aquele que se sente pesado, angustiado, sem esperanças. Comparei o ano velho a uma gaveta que precisa ser limpada. Toda vez que nós temos a sensação de um novo tempo, é natural que nossas almas sejam invadidas por esperanças. Precisamos de outra oportunidade e o calendário nos oferece isso. Há sempre um motivo novo abscôndito nas velhas estruturas da condição humana. A isso chamamos de evolução, superação. A tristeza é um mistério. Onde está sua raiz? É possível compreender a natureza da tristeza? Nem sempre encontramos resposta. O que sabemos é que ela costuma estar diretamente ligada à nossa incapacidade de viver de maneira positiva os limites que nos são próprios. Mas há uma saída. Se não podemos administrar sua chegada, então resta-nos administrar o período de sua permanência. Pe. Fábio



Pe. Fábio, Amigo, estamos nessa vida para viver, conviver e buscar a terra prometida. Escravizamo-nos em detalhes que não conseguimos compreender. A raiva chega com velocidade. Magoamos desnecessariamente. Mudamos o humor por detalhes. É evidente que os detalhes tem importância, mas sua importância maior é dar à vida uma poética nova. Só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e entender estrelas! A terra prometida está muito mais perto do que imaginamos. É no lugar que vivemos que experimentamos o sabor da vitória. Um dos grandes caminhos para a vitória é o reconhecimento do que somos. É a constatação de que todo o poder é mesquinho quando nos encontramos a sós com a nossa miserabilidade humana. Não somos nada. Somos um sopro que ganhou vida. Temos em nós os sonhos do mundo. E só temos porque primeiro nos esvaziamos. Antes de saber que os sonhos do mundo moram em nós, precisamos concluir que não somos nada. Ser pó é fazer parte de um Universo encantado do verbo amar. Podmeos juntar o verbo viver, conviver, acolher, compreender, participar, partilhar, prosseguir...Verbos que fazem bem só de pensamros neles. Tudo nasceu do verbo. Amigo, quando escrevo para você, escrevo para mim também. O verbo vai ganhando autonomia. As palavras são desafiadoras. A matéria-prima de que somos feitos são duas: pó e amor! O pó explica a nossa existência. O amor, a nossa essência. O pó nos iguala. O amor nos identifica. Gabriel




Gabriel, A religião precisa nos preparar para o amor. O amor ágape! O amor que tenho a Deus, precisa ser desdobrado no amor aos meus irmãos. É lamentável ver o discurso religioso sendo usado como se fosse um armamento bélico. Lideranças religiosas empunhando os seus livros santos como se fossem armas para derrotar os que professam outro credo. Igrejas se levantando umas contra as outras. Discurso religioso reduzido a um tom agressivo, partidário, desejoso de reunir fiéis, mas não para promover a paz, a concórdia. Discurso que tenciona aglutinar pessoas com o mero objetivo de demonstrar soberania e poder. O encontro com outras religiões não nos tira a identidade cristã. O encontro deve nos mostrar o que temos em comum. É a partir desse respeito que a fraternidade é possível. Pe. Fábio


Pe. Fábio, Há muito o que aprender com Jesus. A tentação de mostrar-se vencedor é a falta de compreensão do prolongado dia da vitória. Os religiosos e não religiosos erram e acertam. De nada adianta a educação se as intenções não forem as melhores. A bondade é sem dúvida, a melhor forma de viver o cristianismo. Apresentar um Deus que castiga, que pune, que odeia é querer impor a essência do amor pelo viés do pavor. Absurdo! Discursos vencem debates, mas não garantem a paz! A vida é desafiadora porque não nos traz receitas. Aprendemos o tempo todo. Hoje, vivemos a noite do comodismo, do individualismo, da sincertezas, da depressão, da violência amarga, das derrotas humanas, da ausência de bondade e paz. Mas há claridade! Enquanto uns amanhecem azedados pela droga da noite anterior ou pela ausência de significados que também se constitui uma droga de vida, outros amanhecem ávidos pelo alimento que dão e recebem. São vidas úteis. São temas que conduzem outro temas. Desafinam? Muitas vezes sim. Mas prosseguem. Não se acovardam frente aos obstáculos. Infelizmente, hoje, os invisíveis tornam-se visíveis em uma mídia que busca a audiência na desgraça alheia. Engordam consumindo bobagens. Vivem aquinhoados em caixas protegidas de outros contatos. Estão com as janelas fechadas, amigo. Que desperdício! Contentam-se com o que criaram para aquecer na ausência do sol. Não seria melhor permitir que o próprio sol venha aquecer?Somos pequenos amigo. Limitados.Imperfeitos. Caímos com mais frequência do que gostaríamos. Mas estamos aqui. Em busca do Sol Maior. Obrigado amigo pelo tempo da escrita e pelo tempo da espera. Seu sacerdócio é um exercício poético do Deus que o inspira e o usa como um instrumento de paz. Gabriel



Gabriel, A luz que o mundo precisa, depende do pequeno pavio que cada ser humano pode portar. A estrutura que nos cerca deixou de ser artesanal. Tudo é produzido em série. De alguma forma isso atinge nossa visão de mundo, nosso jeito de ser e agir. A urgência é particular. Esperam pelas soluções, pela luz, achando que alguém as produzirá. Promessas de felicidade que não passam pelo comprometimento, pelo esforço e pela luta diária. Resultado que não requer processo, como se fosse possível chegar ao lugar da promessa sem passar pelo esforço da busca. Felicidades assim duram pouco. A vida nos ensina. Viver dá trabalho. Ser feliz, também. Felicidade é algo profundo, está ligado diretamente à satisfação de sermos quem somos, reconciliados com as nossas escolhas. Manter vivo o compromisso de ser feliz requer observância cotidiana. para isso é preciso termos parceiros nessa caminhada. Saber que fizemos a diferença na vida de alguém é recompensador. A palavra funciona como mão estendida. Não é fácil ir só. A palavra bem dita é bênção que pode aliviar o peso que levmaos sobre os ombros. Arte é redenção. Dispõe o coração para a partilha. A interpretação que fazemos de Deus reflete diretamente na interpretação que fazemos de nós mesmos. A palavra dos que não nos amam também pode servir para o nosso crescimento. Tudo depende do que fazemos com a palavra recebida. Mesmo quando tudo parece errado, a vida não desiste. Há sempre um pavio esperando pela luz. A miséria do mundo não é nada diante dos olhos que ainda são sensíveis aos encantos e mistérios da beleza. Na certeza da comunhão, despeço-me. Pe. Fábio


FIM

















































LIVRO - A PROFECIA CELESTINA


Nas florestas do Peru, um antigo manuscrito é descoberto revelando segredos que estão mudando o nosso mundo....



"Notamos aqueles acontecimentos casuais que se dão no momento certo, e fazem aparecer os indivíduos certos, e de repente lançam nossas vidas numa nova e
importante direção. Talvez mais que quaisquer outras pessoas, em qualquer outra época, intuímos um sentido superior nessas misteriosas ocorrências. Ter consciência de que as "coincidências" acontecem conosco, a todo instante, é o primeiro passo para que elas passem a acontecer cada vez mais.
Os alquimistas afirmam que o universo conspira a nosso favor.
Não estamos falando de religião ou de teologia, no seu sentido estrito, mas de uma consciência, uma conexão, com a realidade divina. Essa é uma das nossas potências.


Na história diz que o manuscrito remonta a cerca de 600 a.C. Prevê uma enorme transformaçao na sociedade humana a partir das duas últimas décadas do século 20. É uma espécie de renascer da consciência que se dá muito devagar. Não é de natureza religiosa, mas espiritual.

A Primeira Visão da profecia é uma consciência das misteriosas ocorrências que mudam a vida da gente, a sensação de que há outro processo atuando.
História não é só evoluçao tecnológia; é a evoluçao do pensamento.
Os eclesiásticos explicam que Deus pôs toda humanidade no centro de seu universo, cercado por todo cosmo, para uma finalidade solitária: conquistar ou perder a salvaçao. E nesse julgamento você tem de escolher corretamente entre duas forças opostas: a força de Deus e as tentações ocultas do ...... Por hora você crê inteiramente nos homens da igreja, mas a visão do mundo começa a ruir nos séculos 14 e 15 através do grupo liderado por Martinho Lutero, com objetivo de romper com o cristianismo papal. Formam-se novas Igrejas, com base na idéia de que cada pessoas deve ter acesso individual às escrituras e interpretá-las como quiser, sem intermediários. ...

A segunda visão amplia nossa consciência do tempo histórico. Nos mostra como observar a cultura não apenas da perspectiva de nosso tempo de vida, mas de todo um milênio.
"Todo o trabalho de vida de Einstein foi mostrar que o que percebemos como matéria sólida é em sua maior parte espaço vazio percorrido por um padrão de energia. Isso inclui a nós mesmos. E o que a física quântica revelou é que quando observamos esses padões de energia em níveis cada vez menores, podemos ver resultados surpreendentes. As experiências demonstraram que quando se fragmentam pequenos componentes dessa energia, o que chamamos de partículas elementares, e tentamos observar como funcionam, o próprio ato da observação altera os resultados como se essas partículas elementares fossem influenciadas pelo que o cientista espera. Em outras palavras, o material básico do Universo, no seu amago, parece uma espécie de energia pura maleável à intenção e expectativa humanas, de uma maneira que desafia nosso antigo modelo mecanicista do Universo; como se nossa expectativa fizesse nossa energia fluir para o mundo e afetar outros sistemas de energia."




O manuscrito diz que a percepçao humana dessa energia começa com uma ampliada sensibilidade à beleza.





A Terceira Visão explica a natureza da beleza, descrevendo essa percepção como uma percepção através da qual os seres humanos iam finalmente aprender a observar campos de energia.




A Quarta Visão vem logo a seguir dizendo que os seres humanos acabariam vendo o universo como constituído de uma energia dinâmica, uma energia que pode nos sustentar e responder as nossas expectativas. Também veríamos que fomos desligados da fonte maior dessa energia, que nos isolamos dela, e por isso nos sentimos fracos, inseguros e carentes.
Diante desse déficit, nós, seres humanos, sempre procuramos intensificar nosa energia pessoal da única maneira que conhecemos: buscando roubá-la psicologicamente de outros, uma competição inconsciente que é a base de todo conflito humano no mundo.
Nós, humanos, estamos compreendendo o quanto manipulamos uns aos outros, e consequentemente reavaliando nossas motivações. Buscamos um novo modo de interagir. Acho que essa reavaliaçao fará parte da nova visão do mundo de que fala o Manuscrito. A estratégia de manipulaçao inicia quandouma pessoa finge ser amiga da gente, aí descobre alguma coisa errada no que a gente faz. Na verdade, solapa sutilmente a confiança que a gente tem no próprio caminho até a gente passar a se identificar com ele. Assim que acontece isso, é dono da gente. A maioria das pessoas passa a vida numa caça constante à energia de outra.


Um interrogador é um tipo de pessoa que rouba energias...As pessoas que usam essa maneira de adquirir energia encenam um drama de fazer perguntas e sondar o mundo do outro com o propóito específico de descobrir alguma coisa errada. Assim que descobrem, criticam e a pessoa criticada é atraída ao drama e fica intimidada. Ela nos tira de nosso cmainho e drena nossa energia, porque nós nos julgamos pelo que ela pode estar pensando. Existe ainda a pessoa que nos faz sentir culpados quando estamos na presença dele, mesmo sabendo que nõ há motivos para isso. É o mundo dramático de um coitadinho de mim...Tudo o que eles dizem e fazem deixam a pessoa numa posição em que tem de se defender contra a idéia de não estar fazendo o bastante por essa pessoa.
A ordem do drama segue-se deste modo: o intimidador, o interrogador, o distante e o coitadinho de mim. Todos são ladrões de energia!!! As pessoas distantes criam interrogadores e os interrogadores tornam as pessoas distantes. Os intimidadores criam a técnica coitadinho de mim, ou, se isso falhar, outor intimidador.

A Quinta Visão diz que o universo nos proporciona tudo o que necessitamos, bastando apenas que estejamos abertos a isso. No entanto, na medida que tentamos viver num mundo em que ainda existe conflito, somos rechaçados desse estado avançado de consciência e recaímos no nível de nosso antigo ego.
Perdemos a energia quando temos medo, mas esse nível serve como um novo limite externo que pode ser readquirido com muita facilidade. Nos tornamos uma nova pessoa.




O Ocidente está certo ao sustentar que a vida é progresso, evoluir para alguma coisa superior. Mas o Oriente também está certo ao enfatizar que temos que abandonar



o controle com o ego.
Temos de alcançar uma consciência mais plena, uma ligaçao mais íntima com Deus, pois só então nossa evolução para alguma coisa melhor poderá ser orientada por uma parte superior de nós mesmos.
Todos nós temos de passar o tempo que for necessário nos submetendo ao processo de esclarecimento de nosso passado.

A Sexta visão diz que a maioria de nós tem um drama de controle que precosa superar, mas assim que o fazemos, podemos compreender o significado superior do motivo de termos nascido de nossos pais específicos, e para que todas as voltas e viradas de nossas vidas nos preparavam para fazer.Todos temos um propósito espiritual, uma missão, que temos perseguido sem ter plena consciência disso, e assim que os introduzimos completamente em nossa consciência, nossas vidas podem decolar....
O amor não é um conceito intelectual, nem um imperativo moral, nem qualquer outra coisa. É a emoçao de fundo que existe quando alguém estáligado na energia que existe no universo, que, é claro, é a energia de Deus.
Quando você se enche de energia interior, outros tipos de idéia penetram a sua mente, vindo de uma parte mais elevada de você mesmo. Essas são as suas intuições. Parecem diferentes. Simplesmente surgem no fundo de sua mente, às vezes numa espécie de devaneio ou minivisão, e vêm para dirigi-lo,para orientá-lo.
Assim que tomamos consciência das questões ativas no momento, você sempreobtém algum tipo de orientação intuitiva do que fazer, de onde ir. Obtém uma dica sobre o pasos seguinte. Sempre! Isso só não ocorre se você tiver em mente a questão errada. O problema na vida não está em receber respostas, está em identificar suas questões presentes. Assim que formulamos as perguntas certas, as respostas sempre chegam. O passo seguinte é ficar bastante alerta e vigilante. Mais cedo ou mais tarde as coincidências vão ocorrer, para nos levar na direção indicada pela intuição.




Permaneça cheio! Permaneça em estado de amor!!!! Esteja consciente!!!




A sétima visão diz que temos mais pensamentos intuitivos do que podemos perceber. Para reconhecê-los, temos de nos colocar numa posiçao de observador. Quanod vem um pensamento, devemos perguntar: por quê? Diz também que as imagens do medo devem ser detidas assim que aparecem. Então outra imagem, uma de bom resultado, deve ser imposta pela vontade do pensamento. Em breve as negativas quase não ocorrerão mais. Suas intuições serão sobre coisas positivas. Quando as negativas chegarem depois disso, o Manuscrito diz que devem ser tratadas com muita seriedade, e não seguidas.



Por exemplo, se lhe vem ao pensamento a idéia de que vai sofre um desastre de caminhão e alguém passa e lhe oferece uma carona de caminhão, não aceite.
Temos que supor que todo acontecimento tem um significado e contém uma mensagem que de algum modo diz respeito às nossas perguntas. Isso se aplica sobretudo ao que costumávmaos chamar de coisas ruins. O desafio é encontrar o lado bom de cada acontecimento, por mais negativo que seja.....




A oitava visão diz que quando duas pessoas se apaixonam, elas estão dando energia um ao outro inconscientemente, e se sentem flutuantes e eufóricos. É o barato incrível a que todos chamamos estar "apaixonado". Infelizmente, como eles esperam que esse sentimento venha da outra pessoa, se desligam da energia universal e começam a contar cada vez mais com a energia um do outro. Só que agora parece não haver energia bastante, e assim eles deixam de dar energia um ao outro e recaem em seus dramas, numa tentativa de controlar um ao outro e puxar a energia do outro para si.Nesse ponto, o relacionamento degenera na luta por poder habitual....
Quando as pessoas cruzam nossos caminhos, há sempre uma mensagem para nós. Encontros casuais não existem. Mas o modo de respondermos a esses encontros determina se somos capazes de receber a mensagem.



Quanto mais apreciarmos a totalidade, a beleza interior de todos os seres, mais energia penetra neles e, naturalmente, mais flui para dentro de nós. Quanto mais amamos e apreciamos os outros,mais energia flui para dentro de nós. É por isso que amar e energizar os outros é a melhor coisa possível que podemos fazer a nós mesmos.
Quando a gente observa uma pessoa num nível mais profundo, pode ver o EU mais honesto por trás de qualquer fachada que ela possa exibir. Quando a gente focaliza realmente nesse nível, pode perceber o que alguém está pensando como uma expressão sutil no rosto. É perfeitamente natural. A telepatia é natural!

Quando os membros de um grupo conversam, só um terá a idéia mais forte num determinado momento. Se estiverem atentos, os outros sentirão quem vai falar e aí conscientemente, concentram sua energia nessa pessoa, ajudando-a a externar seu pensamento. Se você se concentrar no que diz, sentirá quando é a sua vez de falar. Algumas pessoas se inflamam quando estão em grupo. Tentam monopolizar o grupo, falando sem parar. Outras são contidas, e mesmo quando sentem a força de uma idéia, não se arriscam a dizê-la. Alguns não são aceitos por outros.......... Quando desgostamos de alguém, ou nos sentimos ameaçados por alguém, a tendência natural é nos concentrar em alguma coisa de que não gostamos em relaçao a pessoa, uma coisa que nos irrita. Infelizmente, ao agirmos assim, em vez de ver a beleza interna da pessoa e passar-lhe energia, eliminamos a energia e na verdade a prejudicamos.






Os seres humanos estão envelhecendo uns aos outros com suas competições violentas.


A nona visão explica como a cultura humana vai mudar no próximo milênio, em consequência da evoluçao consciente. O Manuscrito prediz que nós, humanos, vamos reduzir voluntariamente nossa população para que todos possam viver em lugares mais poderosos e belos na Terra. Mas, admiravelmente, muito mais dessas áreas existirão no futuro, porque intencionalmente não abateremos as florestas, para que possam amadurecer e criar energia. Os seres humanos irão viver tipicamente, em meio a árvores de quinhentos anos e jardins cuidadosamente zelados, mas a pouca distância de viagem de uma área de magia tecnológica incrível.. Por essa época, os meios de sobrevivênvcia, alimentaçao, vestuário e transporte, serão totalmente automatizados e estarão à disposição de todos. Nossas necessidades serão todas satisfeitas sem a troca de qualquer moeda, embora também sem nenhum exagero de indulgência ou preguiça. Orientados por suas intuições, todo mundo saberá co precisão, o que fazer e quando fazer, e isso se ajustará, harmoniosamente, às ações de outros. Ninguém consumirá em excesso, pois teremos abandonado a idéia de posse e domínio para ter segurança. No próximo milênio, a vida terá se tornado outra coisa....Será um mundo humano onte todos diminuirão o ritmo e ficarão mais vigilantes, sempre atentos ao próximo encontro significativo a surgir.

Pensem no que já ocorreu neste milênio....Na Idade Média, nós vivíamos num mundo simples, de bem e mal, definido pelos eclesiásticos. Mas durante o Renascimento nos libertamos. Sabíamos que tinha de haver mais coisas na situação do homem no Universo do que os homens da Igreja sabiam, e quisemos a história completa. Mandamos então, a ciência descobrir nossa verdadeira situação, mas quando essa tentativa não forneceu as respostas que precisávamos, decidimos nos estabelecer e transformar nossa ética de trabalho moderna numa preocupação que secularizava a realidade e eliminava o mistério do mundo. Mas agora podemos ver a verdade daquela preocupação. Vemos que o verdadeiro motivo por que passamos cinco séculos criando apoios materiais para a vida humana era montar o palco para alguma coisa, um modo de vida que devolva o mistério à existência. Assim que atingirmos a massa crítica e as visões começarem a chegar em escala global, a raça humana vai experimentar primeiro um período de introspecção intensa. Compreenderemos como o mundo é na verdade belo e espiritual. Veremos árvores, rios e montanhas como templos de grande força a serem preservados com reverência e admiração. Exigiremos o fim de qualquer atividade econômica que ameace esse tesouro. E os mais próximos a essa situação encontrarão soluções alternativas para o problema da poluição, pois alguém intuirá essas alternativas ao buscar sua própria evolução.


Isso será parte da primeira grande mudança a ocorrer que vai provocar uma sensacional movimentação de indivíduos de uma ocupação para outra...A mudança cultural seguinte será uma automação da produção de bens, aumentando o tempo livre de todos, para que possam tentar outras coisas. O resto de nós, enquanto isso, estará seguindo suas próprias intuições, dentro das ocupações que escolheram e querendo ter ainda mais tempo livre. Compreenderemos que a verdade que temos de dizer e as coisas que temos de fazer são demasiado únicas para se adaptarem a um ambiente de trabalho comum. Portanto, descobriremos meios de reduzir nossas horas de trabalho para buscarmos nossa própria verdade.

A medida que descobrirmos mais coisas sobre a dinâmica da energia do Universo, veremos o que acontece de fato quando damos alguma coisa a alguém. Hoje, a única idéia espiritual sobre dar é o mesquinho conceito do dízimo religioso.

A idéia das escrituras de cobrar dízimos é mais comumente interpretada como um preceito de dar dez por cento da renda da gente para uma Igreja. A idéia por trás disso é que o que dermos será devolvido muitas vezes. Dar é na verdade, um princípio de ajuda, não apenas para as Igrejas, mas para todos. Quando damos, recebemos em troca, pela forma como a energia interage no Universo. Quando projetamos energia em alguém, isso cria um vazio em nós mesmos que, se estamos ligados, se enche mais uma vez. O dinheiro funciona assim também. Assim que começarmos a dar constantemente, teremos sempre mais dinheiro entrando para dar.....




A verdade é que a evolução é o caminho que Deus criou e continua criando. O próprio Jesus não diz que o que ele fez nós também podemos fazer, e mais ainda? Nunca levamos muito a sério essa idéia, até agora. Só agora estamos compreendendo o que Jesus falava, para onde nos conduzia....


Toda religião explica sobre a humanidade descobrindo uma ligação com uma fonte superior. Todas as religiões falam de uma percepção de Deus interior, uma percepção que nos satisfaz, nos torna mais do que éramos antes. As religiões se tornam corruptas quando designam líderes pra explicar às pessoas a vontade de Deus, em vez de mostrar a elas como encontrar essa orientação dentro de si mesmas. O Manuscrito diz que num determindado ponto da história um indivíduo iria compreender o modo exato de ligar-se com a fonte de enegia e orientaçao divinas, e se tornaria por isso um exemplo duradouro de que essa ligação é possível. ....

Quando os seres humanos começarem a elevar suas vibrações a um nível em que outros não possam vê-los, isso assinalará que cruzamos a barreira entre a vida e o outro mundo do qual viemos, e para o qual iremos depois da morte. Essa travessia consciente é o caminho mostrado por Cristo. Ele se abriu para a energia até ficar tão leve que pôde andar sobre a água. Transcendeu a morte aqui mesmo na Terra e foi o primeiro a fazer a travessia, a expandir o mundo físico no espiritual. Sua vida demonstrou como fazer isso. Se nos ligarmos à mesma fonte, podemos seguir o mesmo caminho, passo a passo.


A maioria dos indivíduos atingirá esse nível de vibração no terceiro milênio, e em grupos constituídos por pessoas com quem estão mais intimamente ligados. Segundo a nona visão, oa Maias fizeram a travessia juntos...




A nona visão nos revela que, em última análise, nossa percepção e vibração aumentadas nos abrirão um céu que já está diante de nós. Apenas não podemos vê-lo. Sempre que duvidamos de nosso próprio caminho, ou perdemos a visão do processo, temos de nos lembrar para onde estamos evoluindo, o que significa todo o processo de viver. Alcançar o céu na Terra é a razão de estarmos aqui.


FIM

domingo, 3 de julho de 2011

JESUS CRISTO - UM DIVINO MESTRE!!!!!!




Trecho retirado de um texto que recebi....














"Os teólogos interpretaram mal as palavras de Cristo", disse o Mestre, "em passagens como "Eu sou o caminho, a verdade e a vida: ninguém vem ao Pai senão por mim."(João 14:6) Jesus jamais disse que era o único Filho de Deus e, sim que nenhum homem pode atingir o Absoluto, O Pai transcedente além da criaçao, antes de manifestar o "Filho" ou Consciência Crística atuante dentro da criação.




Jesus, que atingira completa unidade com essa Consciência Crística, com ela se identificava, visto que seu próprio ego há muito tempo fora dissolvido.




Existe um olhar espiritual que leva muita gente a acreditar comodamente que apenas um homem foi o Filho de Deus, mas, todos os homens foram divinamente criados e algum dia deverão obedecer ao mandamento de Cristo:

"Sede perfeitos como é perfeito vosso Pai Celestial."(Mateus 5:48) "Vede com que grande amor o Pai nos favorece, a ponto de sermos chamados de os filhos de Deus."(João 3:1)


FIM

CURIOSIDADE: BRACELETE ASTROLÓGICO




Para entender um pouco mais sobre as influências das gemas e metais, segundo a astrologia védica, destaco um trecho do livro “Autobiografia de um Iogue” de Paramahansa Yogananda, capítulo 16, com alguns comentários de seu Mestre Sri Yuktéswar:

“– Mukunda, por que você não arranja um bracelete astrológico?

– Deveria usá-lo, Mestre? Não creio em astrologia.
– Não é questão de crença; a atitude científica que se deve adotar em qualquer assunto é a de saber se é verdade.

A lei da gravidade funcionou tão eficientemente antes de Newton como depois dele. O cosmos seria positivamente um caos se suas leis só pudessem funcionar mediante a aprovação da crença humana. Os charlatães trouxeram a antiqüíssima ciência estelar a seu descrédito atual. Tanto matemática como filosoficamente, a astrologia é muito vasta para ser abarcada corretamente, salvo por homens de profundo entendimento. Se os ignorantes lêem erradamente o céu, e ali enxergam rabiscos em vez de uma escrita, isto é de se esperar neste mundo imperfeito. Não se deve prescindir da sabedoria ao dispensar os pretensos sábios.

Yoganada e seu Mestre:
.. Astrologia é o estudo das reações do homem aos estímulos planetários. Os astros não têm qualquer benevolência ou aversão consciente; eles meramente enviam radiações positivas ou negativas. Por si só, não ajudam nem prejudicam a humanidade, mas oferecem um canal lícito para que se manifeste o equilíbrio de causas e efeitos que, no passado, cada homem pôs em movimento.

O medo supersticioso à astrologia produz autômatos, dependentes, como escravos, de guia mecânica. O homem sábio derrota seus Planetas – isto é, seu passado – transferindo sua fidelidade, da criação ao Criador. Quanto mais efetua sua unidade com o Espírito, menos pode ser dominado pela matéria. A alma é sempre livre; é imortal porque não tem nascimento. Não pode ser regida pelos astros.

Então, querido Mestre, por que deseja que eu use uma pulseira astrológica? – Arrisquei esta pergunta depois de um longo silêncio; eu tentara assimilar a nobre exposição de Sri Yuktéswar, a qual continha idéias muito novas para mim.

Só quando um viajante atingiu sua meta é que se justifica o abandono de seus mapas. Durante a jornada, ele se aproveita de qualquer atalho conveniente. Os ríshis antigos descobriram muitos meios de encurtar o período de exílio do homem no mundo ilusório. Existem certas engrenagens que podem ser habilmente ajustadas pelos dedos da sabedoria.

Por uma série de meios – pela prece, pelo poder da vontade, pela meditação iogue, pela consulta aos santos, pelo uso de braceletes astrológicos – os efeitos adversos do passado podem ser diminuídos ou anulados.

Semelhante a uma casa que pode ser equipada com um para-ráios de cobre para absorver a descarga do relâmpago, o templo do corpo se beneficia de certas proteções.

Radiações elétricas e magnéticas circulam incessantemente no universo; afetam o corpo humano, favorável ou desfavoravelmente. Há milênios atrás, nossos ríshis estudaram como combater os efeitos adversos das influências cósmicas sutis. Os sábios da antiguidade descobriram que os metais e gemas puras emitem uma luz astral, poderoso neutralizante dos influxos negativos dos Planetas.

O emprego preventivo da astrologia raras vezes foi objeto de estudos sérios fora da Índia. Um fato pouco conhecido é que jóias, metais e misturas de plantas, embora sejam da espécie recomendada, só tem valor se apresentarem o peso requerido e se o agente terapêutico for usado em contato com a pele.”

Yogananda faz, ele próprio, comentário sobre sua experiência com os Planetas:

“Os talismãs, um dos 5 remédios védicos feitos de pedras preciosas cuidadosamente escolhidas, podem contra-atacar a receptividade fraca das radiações planetárias essenciais benéficas.”


FIM

O CAMINHO É LONGO E SOLITÁRIO...


"Lembrem-se de que a cada passo vocês estão se aproximando de Deus, e Deus também. Quando vocês dão um passo em direção a Ele, Ele dá dez em direçao a vocês. Não há ponto de parada nesta peregrinação; é uma jornada contínua, através do dia e da noite, através do vale e do deserto, através de túmulos e úteros. Quando o caminho termina e o objetivo é alcançado, o peregrino percebe que ele viajou apenas de dentro dele mesmo para dentro dele mesmo, que o caminho foi longo e solitário, mas o Deus que o conduziu até lá estava todo o tempo nele, ao redor dele, com ele e ao lado dele!!!!"
Logo, "Por que temer se EU estou aqui?"



(autor especial....)